A MULATA É A TAL (Braguinha-Antônio Almeida, 1947)
Branca é branca preta é preta Mas a mulata é a tal, é a tal!
Quando ela passa todo mundo grita: “Eu tô aí nessa marmita!” Quando ela bole com os seus quadris Eu bato palmas e peço bis
Ai mulata, cor de canela! Salve salve salve salve salve ela!